Perdão minha pequena.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

"Falar mal das mulheres é costume de todo amante que não foi feliz. Um coitado, mordido de ciúme, tudo maldiz e se maldiz. Pois confesso que nisso se resume o que fui, o que fiz"

Se havia alguma dúvida na minha humilde existência sobre o expressivo poder da mulher na vida de um homem, acabo de sana-la nesse momento. Há algumas semanas tenho sido levado a caminhos obscuros, uma mulher toma conta de todos os meus pensamentos, da mais profunda elucubração. Confesso, estou assustado, é um mal que me faz bom demais. Não sei o que sinto por ela, amor, ódio, é uma confusão constante de pensamentos. Sinto vontade de correr atrás deça, de dizer uma vez por todas o quanto ela me faz mal, o quanto ela me deixa louco, cego, que ela anula qualquer possibilidade de fazer com que eu me sinta envolvido emocionalmente por quem quer que seja.

"Era um dia claro, bonito, de céu azul"

É algo que não consigo entender. Pequena, você está me matando, estou morrendo aos poucos - a morrer de morte natural. Por amor.

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